Olhar o outro é olhar para si mesmo. Sempre que vejo o outro, percorre em meu campo um aglomerado de 'eus'. Eu te vejo! É um exercício usado em nossas pesquisas. "Eu te vejo, e estamos juntos!" ou "Eu ainda não te vejo."
Somos soma de mistérios, cada autorização ou rejeição é respeitada e entendida como o possível, por tanto o melhor.